Foi um dia completo do ponto de vista de uma viagem de moto. Primeiros 150 km rodados numa estrada péssima, com pista simples, sem sinalização e abarrotada de carretas bi-trem. Muito calor que aumentava na medida que me aproximada de Cuiabá (MT), a capital do Pantanal.
10.500 Km pela América do sul em 25 dias em uma moto com 25 anos de uso
O sonho de rodar pela América do Sul, de cruzar a Cordilheira dos Andes de moto, de conhecer o salar de Uyuni (o deserto de sal a 3600m de altitude na Bolívia), o lago Titicaca, Machu Picchu no Peru.
Meu Teste Drive: Harley Davidson Fat Boy... Hasta la vista Baby!!!
Tive o prazer de desfrutar de um final de semana com uma Fat Boy na garagem... não há como não associar essa motocicleta ao filme Exterminador do Futuro 2 (Terminator 2 ) onde o Arnold Schwarzenegger pilota essa moto em cenas fantásticas
Cerol... A brincadeira mortal!
Incredulidade... talvez seja essa a melhor palavra para definir o que sentimos com as notícias veiculadas que a cada dia, temos mais e mais motociclistas vítimas do cerol em nossas cidades
sexta-feira, 8 de maio de 2015
19:44
Unknown
Foi um dia completo do ponto de vista de uma viagem de moto. Primeiros 150 km rodados numa estrada péssima, com pista simples, sem sinalização e abarrotada de carretas bi-trem. Muito calor que aumentava na medida que me aproximada de Cuiabá (MT), a capital do Pantanal.
A paisagem permanecia a mesma, com plantações de soja, algodão e girassol a perder de vista. Atravessei Cuiabá pelo centro da cidade e o calor cantado na música do Skank é bem real.
80 km após Cuiabá, parei num restaurante de beira de estrada que possui wi-fi. Lá sentado conversando com um senhor, ele me falou com toda a calma do mundo: "- moço, acho que sua moto tá caindo." Não acreditei quando vi a moto deitando. O descanso não estava suportando o peso da moto + bagagem e começou a entortar. Seguramos a moto para ela não cair.
Em seguida peguei estrada. Faltavam ainda 362 km para o destino do dia, Pontes e Lacerda (MT). Passando pela cidade de Cáceres, resolvi entrar e resolver o problema do descanso da moto. Encontrei a solução com o "Cabeça", apelido do dono de uma oficina, um tipo de professor pardal e mecânico de motos, constrói ferramentas e máquinas para sua oficina. Montou um pedal de descanso de ferro maciço usando a estrutura tubular do meu descanso (empenado).
Com 3 horas de atraso, sai de Cáceres às 21:30hs e ainda faltavam 230 km até o destino. Me alertaram para o perigo de animais na pista, devido aos muitos alagados ao longo da estrada onde viviam capivaras e outros animais. Fui bem cauteloso e Também preparei para clicar com a GoPro qualquer bicho que atravessasse minha frente, mas somente vi um sapo Rs.
Se ontem o espetáculo foi acompanhar o pôr do sol, hoje foi a lua que me fez companhia no trecho final da estrada. Pilotar à noite com lua cheia em pleno pantanal mato-grossense foi fantástico.
Pouco Depois da meia noite aterrissei em Pontes e Lacerda. Amanhã tem mais. É Sucuris no comando!
Todos os dias da aventura foram descritas em um diário que pode ser visto nos links abaixo:
Diários:
Vídeo:
quinta-feira, 7 de maio de 2015
19:41
Unknown
O segundo dia de uma viagem de moto é mais leve, você já superou a tensão do primeiro dia, quando a motocicleta, o equipamento e você foram testados em tempo de voo. É realmente como se fosse uma decolagem de avião. Depois disso você estabiliza.
Se ontem foi o dia das chuvas, hoje foi o dia perfeito para pilotar, com temperatura boa e sem chuvas.
Continuando para o Oeste, sai de Goiás e entrei no Mato Grosso. Foram centenas de quilômetros
Continuando para o Oeste, sai de Goiás e entrei no Mato Grosso. Foram centenas de quilômetros
O espetáculo do dia foi o pôr do sol... Como estava indo para o oeste, parecia que eu perseguia o pôr do sol e isso fez prolongar o show. Mas ele foi mais rápido e a noite chegou na estrada. Os faróis de LED mostraram seu valor.
Sucuris aterrissados em Rondonópolis (o nome da cidade é em homenagem a Marechal Rondon, desbravador dessas terras... Força e fé!
Dia Anterior Próximo dia
Sucuris aterrissados em Rondonópolis (o nome da cidade é em homenagem a Marechal Rondon, desbravador dessas terras... Força e fé!
Dia Anterior Próximo dia
Todos os dias da aventura foram descritas em um diário que pode ser visto nos links abaixo:
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Vídeo:
quarta-feira, 6 de maio de 2015
19:37
Unknown
"A estrada é longa e a vida é curta"... Finalmente a insônia e ansiedade que antecedem uma aventura chegaram ao fim... Moto na estrada acompanhada de forte frio. No estômago e no pensamento as perguntas: "porque estou entrando nessa loucura, porque deixar a zona de conforto, a família, os amigos, o meu amor?"
Mas quem curte motociclismo e aventura, e ainda gosta de viajar, entende perfeitamente... É viajar por paisagens, é o querer ver cm os próprios olhos e não pelo que falaram os livros....
Hoje Atravessei o estado de Minas sentido Oeste, chegando a Goiás... Andei dentro das nuvens numa forte neblina próximo às cidades de Luz e Araxá. Viajei por paisagens fantásticas como uma fazenda de girassóis próxima a Uberaba e pastos a perder de vista na divisa com Goiás. E assim vamos seguindo viagem, potencializando a saudade das pessoas que amo e alimentando a alma com novas paisagens, novas estradas, novas aventuras.
América do Sul - 2º DIA Itumbiara/GO -> Rondonópolis/MT
Todos os dias da aventura foram descritas em um diário que pode ser visto nos links abaixo:
Diários:
Vídeo:
terça-feira, 5 de maio de 2015
18:49
Unknown
O sonho de rodar pela América do Sul durante o período de férias surgiu de certa forma inesperada, primeiro através de uma viagem de moto pela Argentina que fiz em 2013. Depois apareceu o desejo de conhecer o salar de Uyuni (o deserto de sal a 3600m de altitude na Bolívia), o lago Titicaca e Machu Picchu no Peru. Mas a idéia dessa aventura tomou forma mesmo após a leitura de dois livros:
Diários de Motocicleta, de Ernesto Che Guevara
Resumo: em 1952 Ernesto Guevara e o seu amigo Alberto Granado embarcaram numa viagem pela América do Sul, da Argentina ao Peru. Juntos percorreram aproximadamente 12 000 km em terras sul-americanas, munidos apenas do essencial e da sua motocicleta. Ernesto Guevara - que viria a ficar conhecido como Che Guevara - era então um jovem desejoso de conhecer o mundo. Diários de Motocicleta conta a história dessa viagem, num relato vívido e empolgante, ilustrado com fotografias inéditas tiradas pelo próprio Enesto Guevara. Conta ainda com um terno prefácio de Aleida Guevara, que oferece uma perspectiva diferente do pai, distinta da do ícone em que veio a se tornar.
Resumo: em 1952 Ernesto Guevara e o seu amigo Alberto Granado embarcaram numa viagem pela América do Sul, da Argentina ao Peru. Juntos percorreram aproximadamente 12 000 km em terras sul-americanas, munidos apenas do essencial e da sua motocicleta. Ernesto Guevara - que viria a ficar conhecido como Che Guevara - era então um jovem desejoso de conhecer o mundo. Diários de Motocicleta conta a história dessa viagem, num relato vívido e empolgante, ilustrado com fotografias inéditas tiradas pelo próprio Enesto Guevara. Conta ainda com um terno prefácio de Aleida Guevara, que oferece uma perspectiva diferente do pai, distinta da do ícone em que veio a se tornar.
A caminho do céu, do motociclista e escritor mineiro Rômulo Provetti
Resumo: A caminho do céu, uma viagem de moto pelo Altiplano Andino, conta a aventura de dois motociclistas brasileiros, Rômulo Provetti e Marcelo Penna Guerra, em uma viagem de 11.524 km pelas estradas de seis países sul-americanos: Brasil, Peru, Bolívia, Chile, Argentina e Paraguai. Nessa viagem, eles passaram por muito calor, frio, fome e contratempos, um acidente, estradas bloqueadas, chuva, neve e gelo, conheceram alguns dos destinos mais fantásticos da Cordilheira dos Andes, como Machu Picchu, o Lago Titicaca, o Salar de Uyuni, o Deserto do Atacama e muitos outros lugares que povoam a imaginação da maioria dos viajantes de todo o mundo, viram paisagens de tirar o fôlego, encantaram-se com as pessoas, encontraram e venceram muitas dificuldades e barreiras no caminho, inclusive neles próprios. (www.acaminhodoceu.com.br)
Resumo: A caminho do céu, uma viagem de moto pelo Altiplano Andino, conta a aventura de dois motociclistas brasileiros, Rômulo Provetti e Marcelo Penna Guerra, em uma viagem de 11.524 km pelas estradas de seis países sul-americanos: Brasil, Peru, Bolívia, Chile, Argentina e Paraguai. Nessa viagem, eles passaram por muito calor, frio, fome e contratempos, um acidente, estradas bloqueadas, chuva, neve e gelo, conheceram alguns dos destinos mais fantásticos da Cordilheira dos Andes, como Machu Picchu, o Lago Titicaca, o Salar de Uyuni, o Deserto do Atacama e muitos outros lugares que povoam a imaginação da maioria dos viajantes de todo o mundo, viram paisagens de tirar o fôlego, encantaram-se com as pessoas, encontraram e venceram muitas dificuldades e barreiras no caminho, inclusive neles próprios. (www.acaminhodoceu.com.br)
Baseado na leitura desses livros, escolhi o roteiro da viagem e passei muitas horas nos últimos 6 meses planejando aquela que seria a minha grande aventura.
Para aumentar o grau de dificuldade da viagem, incluí um detalhe de superação ao já grande desafio. A motocicleta a ser pilotada seria uma Honda NX350 Sahara, ano de fabricação 1990 (25 anos de uso), com 66.000 km rodados antes de iniciar a viagem.
A primeira versão/modelo da Sahara que chegou ao mercado era oferecida na cor Branca/vermelho/azul e na época ganhou o apelido de Capitão América devido às cores da bandeira americana. Essa motocicleta foi produzida pela Honda entre os anos 1990 e 1999 em substituição a Honda XLX350R, e Depois foi substituída pela Honda Nx400 Falcon. A Sahara tem 31 CV, 6 marchas, pesa 144 kg, consumo em estrada 20km/l e velocidade de cruzeiro 120 km/h.
A preparação
Para uso dessa moto nessa viagem, haviam limitações a serem superadas, de autonomia de combustível (com o tanque original de 14 litros a autonomia era de 280kms), iluminação (farol) e conforto. E por ser uma motocicleta ainda carburada, sofreria muito na altitude das Cordilheiras dos Andes e do Altiplano Andino. E eu ainda tinha uma dúvida acerca da sua resistência. O excelente estado de conservação era um ponto a favor.
Para uso dessa moto nessa viagem, haviam limitações a serem superadas, de autonomia de combustível (com o tanque original de 14 litros a autonomia era de 280kms), iluminação (farol) e conforto. E por ser uma motocicleta ainda carburada, sofreria muito na altitude das Cordilheiras dos Andes e do Altiplano Andino. E eu ainda tinha uma dúvida acerca da sua resistência. O excelente estado de conservação era um ponto a favor.
Teve um papel fundamental nesse projeto o meu amigo Marcelo Rocha. Foi ele quem topou o desafio de preparar essa moto para superar a aventura. Na oficina do Marcelo a moto ganhou uma grande revisão e um upgrade tecnológico: faróis de Led, tanque marítimo auxiliar de 11 litros, tomada 12 volts e USB, suportes de GPS, GPS Garmin Zumo e Garmin Nuvi 2560, riser de guidão, bolha mais alta, bauleto Givi 43 litros, suporte para câmera GoPro, ajustes na suspensão traseira, protetor do motor, reforços no bagageiro e chassis para suportar o peso do tanque auxiliar, e pneus Metzeler Tourance... Valeu Marcelão!! Pelo bom estado de conservação motor, carburação e a parte elétrica não necessitaram de nenhum ajuste.
Uma lista de peças sobressalentes (cabos de comando, manicoto e manetes, fusíveis, todas as lâmpadas, CDI, tensor de corrente, relê de partida, bobina, vela de ignição, chicote principal, câmaras de ar, retrovisores) e ferramentas (todas para desmontar qualquer item da moto) foram adicionados a bagagem. De todos esses itens somente uma lâmpada de seta foi necessário rs.
A moto apresentou pequenas falhas durante a viagem, que considerei mínimas, diante da distância percorrida e situações enfrentadas. Foram temperaturas extremas, abaixo de zero grau e acima de 40 graus, muita chuva, estradas de rípio, terra, deserto de sal... Basicamente: 1 lâmpada de seta, descanso empenado, Pedal de Câmbio sem aperto e o fim da relação com 9.000 km rodados. Entre Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC) uma cratera na estrada deixou as duas rodas quadradas, mas esse reparo não considero um defeito e sim um acidente de percurso.
Agradeço as muitas pessoas que me apoiaram nessa aventura, meus familiares, minha noiva e muitos amigos, os novos amigos que surgiram durante a aventura, e pessoas que tive contato e sempre desejavam sorte... foram muitas mensagens de apoio e incentivo desde o lançamento da ideia, que foram o apoio necessário na hora certa.
Pequeno Resumo
Distância Percorrida 10.502 km
Quantidade de dias: 25 dias
Melhor média de consumo de gasolina: 23,0 km/l
Pior média de consumo de gasolina: 17,8 km/l
Gastos: US$100 / dia
Paises: Brasil, Peru, Bolivia, Argentina e Paraguai
Estados brasileiros: Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Acre, Paraná e São Paulo
Todos os dias da aventura foram descritas em um diário que pode ser visto nos links abaixo:
Diários:
América do Sul - 1º DIA Belo Horizonte/MG -> Itumbiara/GO
América do Sul - 2º DIA Itumbiara/GO -> Rondonópolis/MT
América do Sul - 3º DIA Rondonópolis/MT -> Pontes e Lacerda/MT
América do Sul - 4º DIA Pontes e Lacerda/MT -> Ji-Paraná/RO
América do Sul - 5º DIA Ji-Paraná/RO -> Rio Branco/AC
América do Sul - 6º DIA Rio Branco/AC
América do Sul - 7º DIA Rio Branco/AC -> Puerto Maldonado/Peru
América do Sul - 8º DIA Puerto Maldonado/Peru -> Uros/Peru
América do Sul - 9º DIA Uros/Peru -> Ollantaytambo/Peru
América do Sul - 10º DIA Ollantaytambo/Peru -> Machu Picchu/Peru
América do Sul - 11º DIA Machu Picchu/Peru -> Puno/Peru
América do Sul - 12º DIA Puno/Peru -> Lago Titicaca (Povo de Uros) -> La Paz/Bolívia
América do Sul - 13º DIA La Paz/Bolívia
América do Sul - 14º DIA La Paz/Bolívia -> Potosi/Bolívia
América do Sul - 15º DIA Potosi/Bolívia -> Uyuni (Salar de Uyuni - Deserto de Sal)
América do Sul - 16º DIA Uyuni - Salar de Uyuni - Deserto de Sal
América do Sul - 17º DIA Uyuni - Salar de Uyuni - Deserto de Sal
América do Sul - 18º DIA Tupiza/Bolívia -> San Salvador de Jujui/Argentina
América do Sul - 19º dia - San Salvador de Jujui/Argentina -> Monte Quemado/Argentina
América do Sul - 20º dia - Monte Quemado/Argentina -> Assunção/Paraguai
América do Sul - 21º dia - Assunção/Paraguai -> Foz do Iguaçu/Brasil
América do Sul - 22º dia - Foz do Iguaçu/PR -> Campo Mourão/PR
América do Sul - 23º dia - Campo Mourão/PR -> Jaboticabal/SP
América do Sul - 25º dia - Jaboticabal/SP -> Belo Horizonte/MG
Vídeo:
Salar de Uyuni - Deserto de Sal - Bolívia
Distância Percorrida 10.502 km
Quantidade de dias: 25 dias
Melhor média de consumo de gasolina: 23,0 km/l
Pior média de consumo de gasolina: 17,8 km/l
Gastos: US$100 / dia
Paises: Brasil, Peru, Bolivia, Argentina e Paraguai
Estados brasileiros: Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Acre, Paraná e São Paulo
Todos os dias da aventura foram descritas em um diário que pode ser visto nos links abaixo:
Diários:
América do Sul - 1º DIA Belo Horizonte/MG -> Itumbiara/GO
América do Sul - 2º DIA Itumbiara/GO -> Rondonópolis/MT
América do Sul - 3º DIA Rondonópolis/MT -> Pontes e Lacerda/MT
América do Sul - 4º DIA Pontes e Lacerda/MT -> Ji-Paraná/RO
América do Sul - 5º DIA Ji-Paraná/RO -> Rio Branco/AC
América do Sul - 6º DIA Rio Branco/AC
América do Sul - 7º DIA Rio Branco/AC -> Puerto Maldonado/Peru
América do Sul - 8º DIA Puerto Maldonado/Peru -> Uros/Peru
América do Sul - 9º DIA Uros/Peru -> Ollantaytambo/Peru
América do Sul - 10º DIA Ollantaytambo/Peru -> Machu Picchu/Peru
América do Sul - 11º DIA Machu Picchu/Peru -> Puno/Peru
América do Sul - 12º DIA Puno/Peru -> Lago Titicaca (Povo de Uros) -> La Paz/Bolívia
América do Sul - 13º DIA La Paz/Bolívia
América do Sul - 14º DIA La Paz/Bolívia -> Potosi/Bolívia
América do Sul - 15º DIA Potosi/Bolívia -> Uyuni (Salar de Uyuni - Deserto de Sal)
América do Sul - 16º DIA Uyuni - Salar de Uyuni - Deserto de Sal
América do Sul - 17º DIA Uyuni - Salar de Uyuni - Deserto de Sal
América do Sul - 18º DIA Tupiza/Bolívia -> San Salvador de Jujui/Argentina
América do Sul - 19º dia - San Salvador de Jujui/Argentina -> Monte Quemado/Argentina
América do Sul - 20º dia - Monte Quemado/Argentina -> Assunção/Paraguai
América do Sul - 21º dia - Assunção/Paraguai -> Foz do Iguaçu/Brasil
América do Sul - 22º dia - Foz do Iguaçu/PR -> Campo Mourão/PR
América do Sul - 23º dia - Campo Mourão/PR -> Jaboticabal/SP
América do Sul - 25º dia - Jaboticabal/SP -> Belo Horizonte/MG
Vídeo:
Salar de Uyuni - Deserto de Sal - Bolívia
quinta-feira, 30 de abril de 2015
08:47
Unknown
Viajar a noite de moto é um grande desafio, os riscos são multiplicados pela visão reduzida, por animais que saem para se alimentar protegidos pela noite e acabam cruzando a pista, e até pelos faróis de carros, caminhões e ônibus em sentido contrário,
Os faróis das motocicletas evoluíram muito, os faróis das motos das décadas de 80 e 90 são uma piada, não iluminam absolutamente nada, os faróis das motos menores mesmo mais atuais, também não são grandes coisas. Atualmente temos motos com bons faróis mas mesmo assim ainda falta algo, é ai que temos a dúvida, instalar ou não um par de faróis auxiliares.
As motocicletas big-trails atuais já vem com esse item de fabrica ou o mesmo é oferecido como acessório, é uma sinalização da importância desses faróis para essas motos que são projetadas para longas viagens e devem estar preparadas inclusive para rodar a noite.
Todos quando planejam suas viagens de moto evitam planejar rodar a noite, mas em quase todas essas viagens por um motivo ou outro acabamos por rodar trechos a noite.
A minha experiência na última viagem pela América do Sul com a NX 350 Sahara, uma moto da década de 90 onde o farol mais uma luz de posição do que propriamente um farol pra iluminar o caminho, me diz que investir numa melhor iluminação vale muito a pena e pode te "salvar" de correr riscos maiores.
Existe a possibilidade de trocar a lâmpada do farol original por outras mais potentes mas esbarra-se na possibilidade de danificar ou até mesmo derreter o bloco óptico do farol pela potência maior da lâmpada, A outra possibilidade seria o xenon, mas ai temos problemas com a legislação de trânsito, o farol auxiliar seria uma opção que apesar de ter de se enquadrar em determinadas regras, uma opção mais racional para melhor a iluminação da motocicleta, principalmente das motos utilizadas em viagens.
Na minha Sahara optei por faróis de LED, e posso dizer que foram esses ''santos'' faróis que salvaram de muitas situações onde tive que entrar pela noite rodando para cumprir o roteiro planejado para o dia.
Eu comprei os faróis auxiliares de LED no ebay, com esse vendedor aqui:
http://www.ebay.com/itm/780LM- 12V-24V-Cree-LED-Light-x2- Farkle-My-Ride-Advrider-Tiger- 1050-BMW-G650GS-/181369393668? pt=Motorcycles_Parts_ Accessories&hash= item2a3a755204
A instalação foi feita por meu mecânico de confiança e o resultado foi muito bom, o kit vem completo inclusive com o botão de liga/desliga.
Para quem quiser um bom farol de led para sua moto, esse ai está aprovado.
Abrass
Os faróis das motocicletas evoluíram muito, os faróis das motos das décadas de 80 e 90 são uma piada, não iluminam absolutamente nada, os faróis das motos menores mesmo mais atuais, também não são grandes coisas. Atualmente temos motos com bons faróis mas mesmo assim ainda falta algo, é ai que temos a dúvida, instalar ou não um par de faróis auxiliares.
As motocicletas big-trails atuais já vem com esse item de fabrica ou o mesmo é oferecido como acessório, é uma sinalização da importância desses faróis para essas motos que são projetadas para longas viagens e devem estar preparadas inclusive para rodar a noite.
Todos quando planejam suas viagens de moto evitam planejar rodar a noite, mas em quase todas essas viagens por um motivo ou outro acabamos por rodar trechos a noite.
Existe a possibilidade de trocar a lâmpada do farol original por outras mais potentes mas esbarra-se na possibilidade de danificar ou até mesmo derreter o bloco óptico do farol pela potência maior da lâmpada, A outra possibilidade seria o xenon, mas ai temos problemas com a legislação de trânsito, o farol auxiliar seria uma opção que apesar de ter de se enquadrar em determinadas regras, uma opção mais racional para melhor a iluminação da motocicleta, principalmente das motos utilizadas em viagens.
Na minha Sahara optei por faróis de LED, e posso dizer que foram esses ''santos'' faróis que salvaram de muitas situações onde tive que entrar pela noite rodando para cumprir o roteiro planejado para o dia.
Eu comprei os faróis auxiliares de LED no ebay, com esse vendedor aqui:
http://www.ebay.com/itm/780LM-
A instalação foi feita por meu mecânico de confiança e o resultado foi muito bom, o kit vem completo inclusive com o botão de liga/desliga.
Para quem quiser um bom farol de led para sua moto, esse ai está aprovado.
Abrass
segunda-feira, 23 de março de 2015
00:14
Unknown
Passeio da galera dos Sucuris do Asfalto e Brados...
Veja também...
Vem com os Sucuris 1
Vem com os Sucuris 2
Vem com os Sucuris 3
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terça-feira, 17 de março de 2015
00:10
Unknown
Vem com os Sucuris 2... Rolé dos Sucuris do Asfalto pela região da Serra do Rola Moça...
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